Esperança de melhores dias

 

 

 

O mundo todo se anima
Cada qual sua vacina,
Parte delas, em conjunto.
O que eu nisto acredito,
E aqui já vos foi dito,
Pois já falei neste assunto!

A vacina, na verdade,
É p’ ra toda a sociedade,
Urgentemente, esperada
Porque esta vacina é tida 
Como um garantir de vida,
Esperança que nos foi dada!

Quando em conjunto eu falo,
E repito, não me calo,
De se unir os cientistas.
Se um tem capacidade,
Dois três ou dez na verdade
Irão fazer mais conquistas!

Pode ser fraca uma linha,
Mas, se junto a ela vinha
Outras linhas por suporte,
Todas juntas, alinhadas
Bem torcidas, enroladas,
Torna uma corda bem forte!

O que se junta e se torça,
Quase sempre dá mais força,
Isto dá mesmo nas vista.
É assim p’ ra toda agente
E não seria diferente
Também para os cientistas!

A esperança, sempre existe,
Mas é triste, muito triste,
Os funerais diários.
Quem sabe, se mais urgente,
Não iria ser diferente,
Com remédios necessários!

Pelo menos as pessoas
Se sentiriam mais boas,
Já com esperança obtida.
A esperança, tudo muda,
Para além da grande ajuda,
Irá salvar muita vida!

Um remédio, uma vacina,
Para o que bem se destina,
Passa por muita experiência.
Isto, nem é discutível,
Até bem compreensível,
Qando o exige a ciência!

Cientista, na verdade,
Tem uma responsabilidade,
Perante os seres humanos.
Por isso, são seus cuidados,
Dobrados e redobrados,
Para evitar alguns danos!

Primeiro, o preparatório,
Feito no laboratório,
Levando uns tempos normais!
Depois, vem as experiências,
Conforme as exigências,
Feitas em irracionais!

Daí, então com firmeza,
Já com alguma certeza,
Se experimenta o humano.
Voluntários, preparados,
São testados, vigiados
Tudo isto leva mais d’ ano!

É isto que penso agora,
Tem sido esta a demora,
(Isto é ideia minha!) 
Não sou perito na história,
Trago isto na memória,
Desabafei o que tinha!

São muitos os cientistas,
Fazendo grandes conquistas,
Em prol da sociedade.
E também se considera
Todo o tempo da espera,
Para se usar à vontade!

Pois estes grandes senhores,
São no mundo os inventores
Os senhores das ciências.
Saber o que não se sabe,
É sempre a eles que cabe,
Com suias inteligências!

P. S.

Estive p’r aqui a falar,
O saco a despejar,
Dum modo um pouco ferrenho.
Cheio de muita vontade
De ajudar a sociedade,
Mas, o preciso, eu não tenho!

A vontade em mim existe,
Mas, eu fico muito triste,
Quando se ajuda errado.
Para ajudar, eu estou pronto,
Mas, quando se chega ao ponto
Fico de cérebro tapado!

Fico em surdina a pensar:
- Não tenho nada p’ra dar!