Como vão estas vacinas!?

 

 

Hoje, eu parei reparando,

Neste mundo, bem ou mal,

Como estão vacinando,

Todo o seu povo em geral!

 

Eu confesso o meu pecado,

Não estou, neste momento,

Muito, muito informado,

Inteirado cem por cento.

 

Mas, vou superficialmente,

Conforme o noticiário

Dizer o que o povo sente,

Neste seu viver diário!

 

Vou começar cá por casa,

A não ser uns ignorantes,

Poucos, mas que a coisa atrasa,

Os esforços são brilhantes!

 

Eramos dos mais atrasados,

Foi um princípio sem jeito,

Pelos governos passados,

Mas, este, muito tem feito!

Algo bem organizado,

Que pôs o nosso país,

Quase o mais avançado,

O que nos deixa feliz!

 

Segue o povo a sua regra,

E vão alcançando as frentes,

Mas, há muita ovelha negra,

Preterindo, inconscientes!

 

Com tudo isto que se nota,

Às vezes fico a pensar,

Será que o povo ainda vota,

Em quem nos quer prejudicar!?

 

Mas vamos nós à vacina

Que muito tem que contar,

Da ganância que domina,

Do modo de a alcançar!.

 

Nós ouvimos, volta e meia,

Dum modo repugnante,

Que se rouba, negoceia

O material importante!

 

Em ganância desmedida,

Quita-se à humanidade,

O que pode dar a vida,

Seja qual for sua idade!

 

O que me está cá na mente,

Um roubo tão suicida,

Como é que ainda há gente

Que faça isto na vida!

 

Mas as coisas acontecem,

E o que nos consta, é bastante,

Vacinas, desaparecem,

E material importante!

 

E ainda mais se faz,

Que parece ser mentira,

Até tem quitado o GAZ,

Tão importante na vida!

 

Isto é só n’algum país

Que já estão habituados

E, segundo o que se diz

Os roubos são perdoados!

 

Há ainda alguns países,

Que o vírus tem aumentado,

Estando assim, tão infelizes

Pela falta de cuidado!

 

A Europa, vai andando,

Do modo que a gente vê,

As vacinas vão faltando,

Não sabemos o porquê!

 

Eu penso, não se envolvem,

Como fosse uma inação,

Cujo o caso não resolvem,

E as mortes, são em montão!

 

Será que não estão vendo,

Há gente que não atina,

Os milhares que estão morrendo,

Por falta d’uma vacina!

 

Parece, não lhes ocorrem,

Até por dever Cristão,

Que estas pessoas que morrem

Vão fazer falta à nação!

 

Este descuido em geral,

Ainda, p’ ra maior dano,

Demorar o material,

É muito mais desumano!

 

Se a minha mente condena,

Estes atos tão errados,

É porque eu sinto pena

Destes povos maltratados!

 

Recebem o que lhes toca,

Em surdina vão gemendo,

Nem sequer abrem a boca.

Isto é o que não entendo!

 

Fartamos de escutar

Governantes, noite e dia,

Que estão sempre a afirmar:

- Nós somos democracia!

 

Mas, deitando bem sentido,

Encontramos a razão,

E a razão está no Partido,

Não lhes interessa a Nação!

 

Porque a Nação, não é novo,

Só é Nação declarada,

Composta pelo seu povo,

Sem povo, não está formada!

 

A Nação, é o que interessa,

O Povo, forma a Nação.

O Partido, é uma peça

Só para a oposição!

 

Só é feita a Oposição,

No interesse da Nação!