Quem beneficia com a guerra e com a pandemia?

 

Tanto a pandemia como  a guerra pelo mundo, especialmente a invasão da Ucrânia pela vizinha Rússia tem desequilibrado a todos os níveis a economia, a estabilidade e o progresso de todos os países. 

Ou seja, o oportunista Putin como viu que todos os países se encontravam com problemas económicos e sociais devido aos vírus “COVID 19”, achou ser a altura apropriada para invadir e destruir em dois dias [enganou-se] um país passivo, extremamente organizado com um desenvolvido em parte competitivo com os países mais desenvolvidos, causando a guerra mais sangrenta e criminosa, onde nem as crianças e os mais idosos são respeitados. 

O que é mais absurdo e não aceitável e que as últimas guerras foram esquecidas, embora nunca tenham beneficiado os participantes ou as populações das mesmas, refletindo-se também nos restantes países o que presentemente se está passando. Em todos os países os pobres acabam por ser os mas esquecidos, os milionários enriquecem  e a classe médias paga toda a divida/s em que os governos se envolvem. Como se pode aceitar que os milionários não pagam impostos e qualquer trabalhador tem de o  pagar, ou é multado. Contudo, todos os que têm muito dinheiro acabam por o manipular no mercado internacional, escapando ao fisco.   

Como é obvio, os produtores de material bélico estão no paraíso. Contudo, o governo da USA é o maior investidor de armamento à Ucrânia, embora a UE também contribua, todavia, o investimento europeu é um quarto ou pouco mais do que o investimento americano, ou seja, tanto as indústrias que produzem produtos bélicos andam a ganhar milhões ou triliões de dinheiro com a presente guerra, mas o mundo está cada vez mais pobre/fome.   

É lamentável e inaceitável que os governos se esqueçam dos problemas sociais e económicos dos seus países, porque tudo o que hoje é comprado aumentou entre 5 e 10% porcento o que limita a vida há classe-media e pobre. Como pode uma família depois de fazer as compras semanais, comprar os livros escolares os pagar as propinas de numa universidade, como podem as escolas técnico-profissionais comprar esquipamentos tecnológicos se o governo não os pretende subsidiar. Como se pode criar técnicos para o desenvolvimento económico, profissional e social a todos os níveis, se as indústrias digitalizadas não tem dinheiro para treinar os seus empregados.

Os governantes do mundo têm que se focar na necessidade dos trabalhadores profissionais e não profissionais a todos níveis se querem sobreviver no mercado mundial. Já hoje a digitalização requer para além da dimensão técnica um conhecimento linguístico, já não existem barreiras tecnológicas, eletrónicas ou digitais, mas sim linguísticas. Tem de ser dada maior atenção á educação, instrução e pobreza, bem com ao custo da saúde na hospitalização, para que o povo se sinta confortável.