Festival de Sopas do Clube Juventude Lusitana um êxito gastronómico recheado do maior êxito


 

Teve lugar domingo o IX Festival de Sopas do Clube Juventude Lusitana. Estivemos no primeiro festival, quando Luís Candeias, lançou a iniciativa. Visitou as origens.
Em São Paio, concelho de Gouveia, deparou com um festival de sopas. Eram mais de vinte variedades daquele manjar, atraindo largas centenas de pessoas. 
Em tempos idos era a alimentação dos pobres. Hoje os médicos dizem que uma boa sopa até faz bem à saúde. Luís Candeias regressou e informou-nos que ia fazer o 1.º Festival de Sopas do Clube Juventude Lusitana.
Deu-se a notícia no Portuguese Times e a iniciativa foi mais que boa, teve um êxito tal que passados quase 10 anos ainda continua a ser a iniciativa rainha da abertura do ano de atividades junto do Clube Juventude Lusitana.
Mas estas grandes iniciativas só encontram eco junto do Portuguese Times. 
Entrámos e os elogios eram referentes à festa de passagem de ano. 
Mas no meio da cobertura dos acontecimentos de fim de semana, que haviam começado pelas 8:00 da manhã, parámos pelo meio-dia no salão do Clube Juventude Lusitana.
Alberto Saraiva assumia as funções de mestre de cerimónias. A tarde estava de sol radiante. Temperaturas nos 60. Altas para época de inverno. 
Isabel Claro abriu a porta de acesso ao campo de futebol para entrar ar fresco. 
E uma vez todo aquele conjunto único de anexas à catedral erguida em nome de Portugal fizeram um exercício de memória e foram buscar as sopas das avós.
Uma por umas foram fotografadas para o Portuguese Times, acompanhadas por quem as fez, em forma de homenagem ao trabalho cuidado e à forma, como mantém viva mais uma tradição junto do Clube Juventude Lusitana. 
Em volta do salão estavam expostos os panelões com aquelas iguarias gastronómicas, cujos responsáveis prometeram a si próprios ali estar anualmente.
O presidente Henrique Craveiro, que entrou no historial do Clube Juventude Lusitana ao ser reeleito para mais dois mandatos, o que prefaz dez anos de administração, estava radiante pelo sucesso de mais aquela iniciativa. “Estou radiante. Outra coisa não podia estar. Salão cheio. E servido pelas anexas em união de conjugação de esforços em prol do bom nome da casa mãe. Somos o exemplo da união do poder associativo. Exemplificado no festival de sopas”. 
E tendo como barómetro de afinição, o que será o resto do ano, o presidente do Clube Juventude Lusitana, não se faz esperar “mediante a adesão aqui hoje registada e se bem que o futuro só a Deus pertence, espero mais um ano, repleto de grandes sucessos junto do Clube Juventude Lusitana”.
Vamos então ver quem esteve presente e quais as especialidades, que apresentou.

Sopa de Pedra
Danças e Cantares

Sopa de Abobara
Banda do CJL

Caldo Verde
Os Sportinguistas

Sopa de Feijão
Escola do CJL


Sopa de Agrião
Futebol Juvenil

Red Chowder
Casa do Benfica

Sopa de Grão
Senhoras Auxiliares

Sopa à Lusitana
Clube Juventude Lusitana

 

Mediante este menu quem é que podia resistir, a uma bela sopa à portuguesa.
Se a ideia surgiu de Luís Candeias, anualmente tem encontrado quem lhes dê seguimento e pelo que se pode observar no passado domingo com sucesso absoluto.
Mas o Clube Juventude Lusitana tem a facilidade de poder fazer um festival completo sem ser necessário recorrer a terceiros. Como acima se confirma pode oferecer sopas dos mais diversos sabores e todas feitas pelas cuidadosas senhoras.
Mas há mais. Para o festival ser completo entrou no salão a banda do clube, que tem agendada a sua sexta deslocação a Portugal.
Por sua vez, subiu ao palco o Grupo dos Cavaquinhos.
E para completar o ramo os presentes poderam assistir ao regresso do Danças e Cantares. Como se depreende, o Festival de Sopas do Clube Juventude Lusitana é uma demonstração das potencialidades associativas da “catedral erguida em nome de Portugal”.