Será que no Paraíso seremos todos iguais?!...


Foi com a maior verdade,   
Que Cristo, o Nazareno,
Falou da Eternidade,
Do Paraíso Terreno.

Lá, serão todos iguais,
Num comunismo de Amor,
E ninguém sofrerá mais,
Terão por Rei  o SENHOR!...

Há que avaliar bem isto,
Com atenção, quanto a mim,
O comunismo de Cristo,
Nada tem com do  Putin!

O Putin, por sua vez,
Não posso o nome entender,
Traduzido em português,
Não sei o quer dizer!...

Mas vamos então falar
Do Paraíso  da Sorte
De quem puder lá entrar,
Após  o Dia da Morte!

Porque após a chamada
E suas contas prestadas,
Suas culpas perdoadas,
Se elas forem perdoadas!...

Não haverá mais doenças,
Mais morte nem mais pavor,
Nem mesmo estas desavenças!
Lá, é um mundo de Amor!...

Será um mundo capaz,
Livre de ódio e de treva,
Sem se temer Satanás,
Iludindo Adão e Eva!...

Esta seita endiabrada,
Terá um fim infeliz
E será eliminada
Tal como a Bíblia nos diz!

Um Paraíso de esperança,
Cheio de Amor, de meiguice,
Brinca o Leão com a Criança,
Não haverá mais velhice!

A bondade será pura,
A Vida será perfeita,
E sem esta ditadura
Qu’ a democracia enfeita!...

Não haverá, meus senhores,
Os ladrões da sociedade,
Incógnitos usurpadores
Chupando a humanidade!...

Não há mais religiões,
E onde quer que se esteja,
Só se fazem devoções
A um Deus e uma Igreja!...

E quanto ao trabalhar,
Foi dito, não há que ver.
Todos irão semear,
O que irão depois comer!...

Não há pobres, nem há ricos,
Todos ali são iguais,
Amigos, sem mexericos,
Uns p’ rós outros, bem leais.

O dinheiro, não é preciso,
Só a palavra da boca,
Negócios no Paraíso,
Só serão feitos por troca!...

Ninguém precisa  vender,
Todos trabalham por gosto,
Semeando p’ ra comer,
Com o suor do seu rosto!...

Lá não irá existir,
O tal senhor de tal,
Com força dum manda vir,
De cima dum pedestal.

Não haverá mais o travo,
Do sofrimento profundo,
De fazer d’ alguém escravo,
Em qualquer parte do mundo!...

Não haverá sobre a Terra,
Governos tão imorais,
Fomentando muita guerra,
Com os filhos de outros pais!...

E, aonde quer que se esteja,
Todos juntos, mesmo ateus,
Terão somente uma Igreja,
Com um só Chefe... DEUS!...


P.S.
Desculpem!...


Tudo que aqui escrevi,
Pode ser que mal pareça, 
Há muita coisa que eu li,
Outras,  da minha cabeça!...

Há também que entender,
Peço que bem consideram,
Não vou aqui escrever
Só o que os outros disseram!...

Porque, na realidade,
Creio que ninguém se admira,
De, entre tanta verdade,
Misturar uma mentira!

O meu cérebro já delira,
Porque na realidade,
Quando eu digo uma mentira,
Depois, penso que é verdade!

Pode parecer intriga,
Do modo que o mundo gira
Muita mentira que eu diga,
Pode bem não ser mentira!...

Porque a nossa existência
Tem muito p’ ra discutir,
Por isso, haja paciência,
Calo-me p’ ra não mentir!...

Eu recebo, volta e meia
Muito elogio amistoso,
Gritados à boca cheia
- É Verdade Mentiroso!...

 

Faz-se, 
com necessidade
Da mentira, 
uma verdade!...