Incêndios: Mais de 100 operacionais combatem fogo no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Terras de Bouro, Braga, 28 mar 2026 (Lusa) – Mais de 100 operacionais, apoiados por três meios aéreos combateram um incêndio na zona da Pedra Bela no Parque Nacional da Peneda-Gerês, disse à agência Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários de Terras De Bouro.
O incêndio deflagrou na freguesia de Vilar da Veiga, concelho de Terras de Bouro, no distrito de Braga.
Contactado pela Lusa, o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Cávado garantiu não haver, para já, habitações em risco.
As chamas foram combatidas por 103 operacionais apoiados por trinta meios terrestres e três meios aéreos, de acordo com o ‘site’ da Proteção Civil.
Para além dos Bombeiros Voluntários de Terras De Bouro, no local estiveram os Sapadores de Braga, uma Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR, os Bombeiros Voluntários de Esposende, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), os Bombeiros Voluntários de Fão, Bombeiros Voluntários de Amares, os Bombeiros Voluntários de Barcelinhos e a Proteção Civil.
Madeira avança com projeto para vdesenvolver drones de combate a incêndios
O Governo da Madeira quer reforçar os meios do Serviço Regional de Proteção Civil com drones concebidos para vigilância e combate a incêndios, indicou o chefe do executivo, Miguel Albuquerque.
“Vamos começar a desenvolver o projeto na ARDITI [Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação]. É um dos objetivos que temos, criar um drone, à semelhança de um que existe em Israel, para apagar fogos urbanos no centro da cidade”, anunciou.
Miguel Albuquerque falava na cerimónia de assinatura de contratos-programa com as sete associações humanitárias de bombeiros voluntários da região, no valor global de 7,9 milhões de euros, que decorreu no Funchal.
“O socorro na Madeira vai ser de vanguarda ao nível do país. Vamos ser os melhores, os mais eficazes e os mais avançados”, disse, sublinhando a importância da interação entre os centros de ciência e as corporações de socorro.
O chefe do executivo madeirense, também líder da estrutura regional do PSD, reforçou que um dos desafios da região passa pelo investimento em drones para vigilância e combate a incêndios.
Concurso internacional de vinhos para consolidar Trás-os-Montes no enoturismo
A cidade de Chaves acolhe o Portugal Wine Trophy entre 5 e 7 de junho, um concurso internacional que irá avaliar cerca de 1.500 referências de vinho e quer consolidar a região como destino para o enoturismo.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT) revela, em comunicado, que é a primeira vez que a região de Trás-os-Montes acolhe esta competição internacional de vinho, que coincidirá com a realização da quarta edição do Aqua Wine Fest, “criando uma sinergia estratégica entre os dois eventos âncora para o setor”.
A região vitivinícola de Trás-os-Montes estende-se de Montalegre, a Valpaços e ao planalto Mirandês.
O Aqua Wine Fest decorre entre 4 e 6 de junho, também na cidade de Chaves.
“Esta conquista é também o resultado de uma estratégia concertada, que alia visão, cooperação institucional e ambição, posicionando o Alto Tâmega e Barroso e toda a região de Trás-os-Montes num novo patamar de visibilidade e competitividade internacional”, disse, citado em comunicado, o primeiro secretário da CIMAT, Ramiro Gonçalves.
Hospital de Ponta Delgada está a trabalhar na reacreditação dos serviços
O presidente do Governo dos Açores disse sábado que o Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada está a trabalhar na reacreditação dos serviços, que ficou suspensa após o incêndio de maio de 2024.
“O processo de acreditação e certificação permite criar rotinas de bem fazer, […] porque não basta termos a noção do bem fazer, é preciso saber fazer bem, porque isso é que ajuda a otimizar as realizações. E, por isso, a certificação é muito importante para criar esta rotina de bem fazer, fazendo bem”, disse José Manuel Bolieiro, acrescentando que o HDES está a “retomar a reacreditação”.
Em janeiro, foi feita uma nova auditoria ao hospital e, durante uma semana, os auditores “visitaram diversos serviços” e “avaliaram os parâmetros de gestão de produtividade e de experiência dos doentes”, adiantou.
Nesta primeira auditoria, o HDES “teve uma audição de 1.190 critérios, tendo conseguido 86,5% totalmente cumpridos, 7,14% parcialmente cumpridos e 6,3% não cumpridos”.
“Digamos que, se com estes dados se pode ser crítico do que se está a fazer, é só mesmo vontade de maldizer, porque, com esta auditoria, ficou demonstrado que estamos a fazer bem, que foi bom retomarmos o processo da acreditação, que designam de reacreditação. E estou convencido que podemos, então, para futuro, fazer ainda melhor. Mas, o feito já é uma bela esperança e a confiança que temos no que falta fazer nos permite ter esperança”, observou.
O incêndio que deflagrou em 04 de maio de 2024 no HDES obrigou à deslocalização dos doentes para outras unidades de saúde nos Açores, na Madeira e no continente, tendo o Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) decidido instalar um hospital modular para assegurar os cuidados de saúde até à requalificação do único hospital público da maior ilha açoriana.
Situação de derrocada na Madeira será monitorizada durante o próximo ano – autarca
As grandes Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, a realizar entre 08 e 14 de maio, em Ponta Delgada, Açores, convidam os fiéis a rezar pela paz no mundAs autoridades da Madeira vão monitorizar durante o próximo ano a movimentação de terras numa encosta do Curral das Freiras, onde ocorreu uma derrocada que não representa “perigos iminentes”, disse o autarca do município de Câmara de Lobos
“Neste momento, a nossa maior preocupação será avaliar o que será o risco daqui para a frente, ao longo do próximo ano”, disse o presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, Celso Bettencourt, à agência Lusa.
O autarca falava na sequência da visita que elementos do (Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC), Proteção Civil Municipal, Junta de Freguesia, Câmara Municipal fizeram ao local, visando “analisar o que será feito os próximos tempos”.
Celso Bettencourt assegurou que, de momento, “não há perigos iminentes”, embora exista alguma “movimentação de terra e pedras” na escarpa, porque “há terra solta que estava num patamar superior, que ficou no patamar intermédio e vai acabar por cair”.
“Mas nada de preocupante porque vai cair para o leito da ribeira que também está a fluir de forma natural”, vincou.
Em breve, disse, o LREC vai enviar um relatório da análise para aferir se “existe perigo de mais derrocadas, principalmente na zona onde existe uma habitação, da qual uma família que foi retirada por prevenção”.
Será com base nas conclusões da avaliação deste laboratório que as autoridades vão decidir se é necessário “deslocar essa família de forma permanente, se houver perigo”, indicou o autarca.
“Para decidirmos, precisamos deste relatório, que será importante para nós, além de ser necessário durante o próximo ano monitorizar, saber se irá existir abertura de mais fendas e isso será um trabalho que terá de ser feito a médio e longo prazo para percebermos se isto será uma situação isolada ou que poderá não ocorrer mais nenhuma vez, coisa que não podemos garantir”, explicou.
Celso Bettencourt reforçou que será feita a monitorização desta situação “a médio e longo prazo e para perceber acima de tudo qual será o desenvolvimento desta movimentação de massa, que foi considerável”.
Uma derrocada de grandes dimensões ocorreu sexta-feira da passada semana numa vertente do sítio da Seara Velha, na freguesia do Curral das Freiras, não havendo registo de vítimas ou danos em habitações e apenas uma família foi retirada por prevenção.
O leito da Ribeira dos Socorridos, que atravessa a localidade, ficou parcialmente obstruído, mas sem comprometer a passagem da água.
Embora a situação esteja a ser tratada no patamar municipal, o Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira indicou estar preparado para um eventual reforço das operações.
Açores com praça no Brasil em homenagem aos açorianos emigrantes
São Luís, no Maranhão, Brasil, passou a contar com uma Praça dos Açores e um Memorial Açoriano, localizados no centro histórico, em homenagem aos açorianos que há 400 emigraram para aquele Estado.
Na inauguração, o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, recordou a “resiliência dos primeiros colonizadores que, oriundos de nove ilhas isoladas descobertas em 1427, atravessaram o Atlântico para desbravar terras, implementar a agricultura e as pescas, e disseminar a sua profunda fé, nomeadamente através do Divino Espírito Santo”.
“Onde os açorianos chegaram, e chegaram a muitos sítios, tinham esta resiliência de conseguir desbravar as terras e pôr as terras a produzir”, afirmou o secretário regional, citado em nota de imprensa do executivo açoriano. Na cerimónia esteve presente o governador local Carlos Brandão, que considerou que a obra “corrige uma lacuna histórica no reconhecimento das origens da capital”.
“Hoje, prestamos essa homenagem para fazer justiça às pessoas que vieram aqui e nos ajudaram a fundar a nossa ilha de São Luís. Faltava essa homenagem aos açorianos que ficaram na região do Desterro e que, agora, estão representados”, disse.
A Praça dos Açores integra um memorial, a inscrição com os nomes das nove ilhas no pavimento, um portal com os nomes de açorianos que ajudaram a fundar a cidade, como Simão Estácio da Silveira, que liderou a ida de famílias em 1615, e dez painéis artísticos, de argila em baixo-relevo incisivo, da autoria de Eduardo Sereno.
A emigração açoriana para o Brasil, de forma predominante nos séculos XVIII e XIX, foi motivada por crises económicas e erupções vulcânicas.
Milhares de casais radicaram-se de forma particular no Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e Rio de Janeiro.
Cinco detidos em operação policial de “grande envergadura” na Madeira
Cinco pessoas foram detidas na Madeira no decurso de uma “operação policial de grande envergadura”, em que foram também apreendidos sete veículos, 10 telemóveis e um “grande valor monetário”, indicou a Polícia de Segurança Pública.
Em comunicado, o comando regional da PSP explicou que a operação decorreu no dia 16 de março, no Bairro da Nogueira, na Camacha, concelho de Santa Cruz, no âmbito de uma investigação desenvolvida em estreita articulação com o Ministério Público.
A investigação, considerada de “elevada complexidade”, incluiu buscas domiciliárias em várias residências, com especial enfoque no Bairro da Nogueira, na freguesia da Camacha.
A polícia apreendeu também 281,87 gramas de substância psicoativa denominada “gorby”, 22,25 gramas de heroína, 9,83 gramas de haxixe e 38,98 gramas de um produto estupefaciente indeterminado.






0 Comments