Como já vem sendo apanágio, o salão encheu, transformando o habitual êxito das sextas-feiras, num êxito ainda mais completo, com a adesão das típicas castanhas ao arroz de feijão e ao bacalhau.
O presidente João Marques e a senhora enfermeira Suzete não têm mãos a medir para satisfazer as exigências dos associados que esperam uma organização cada vez mais atual. A juventude fala por si, sem esquecer os velhos pilares que ali se reúnem numa série de aniversários. Foram os 99 anos da banda filarmónica, os 36 anos do Danças e Cantares, dos 51 anos em que se dança folclore ali pelo Clube Juventude Lusitana. E tudo isto desenrolando-se nos 104 anos desta presença lusa de Cumberland.
Em tempos, Fernanda Silva, antiga diretora da escola portuguesa dizia aos alunos, passando da teoria à prática, do São Martinho, cuja data oficial é o 11 de novembro.
“Corria o ano de 337, no século IV, e um outubro duro e frio assolava a Europa. Reza a lenda que um cavaleiro gaulês, chamado Martinho, tentava regressar a casa quando encontrou a meio do caminho, durante uma tempestade, um mendigo que lhe pediu uma esmola. O cavaleiro, que não tinha nada consigo, retirou das costas o manto que o aquecia, cortou-o ao meio com a espada e deu-o ao mendigo. Nesse momento a tempestade desapareceu e um sol radioso começou a brilhar.
O milagre ficou conhecido como “Verão de São Martinho”. Verão este que não é lenda neste ano de 2025.






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