Quando o saudoso D. António de Sousa Braga, Bispo de Angra, foi recebido pelo então Papa João Paulo II, na sua histórica visita a Portugal, Sua Santidade perguntou a D. António qual a diocese a que pertencia e este respondeu: “Das Terras do Império do Espírito Santo”.
Esta frase traduz o sentimento profundo com que D. António de Sousa Braga via a forma original com que os seus conterrâneos festejavam as Festas do Espírito Santo, sentimento este repartido por uma nova geração que não se intimida publicamente de demostrar tal sentimento onde destaca o objetivo que é “implementar medidas e ações concretas devidamente planeadas consistentes e perduráveis para preservar e valorizar esta vivência extraordinária (Os Impérios do Dívino Espírito Santo de Santa Maria) replicada ao longo dos tempos, que é o nosso património vivo.
Não é por acaso que em Santa Maria o “Império” não é um edifício, nas sim, celebração de fé, alegria, partilha e cooperação entre as pessoas”.
Quem assim fala é Domingos Barbosa, vice-presidente da Câmara Municipal de Vila do Porto, que assegura: “Os impérios marienses atualmente possuem vitalidade e não se pode dizer que haja uma ameaça iminente à sua continuidade. A comunidade tem sabido corresponder às novas realidades, contudo é preciso antecipar e acautelar constrangimentos futuros”, concluiu Domingos Barbosa.
Tony Frias quando desempenhou as funções de imperador numa edição anterior das festividades. Augusto Pessoa/PT
José Monteiro assumiu também as funções de imperador numa edição das festas do Espírito Santo Mariense em Hudson, Mssachusetts. Augusto Pessoa/PT
Aspecto do cortejo do Império Mariense de Hudson . Augusto Pessoa/PT
Aspecto do cortejo do Império Mariense de Hudson . Augusto Pessoa/PT
Aspecto do cortejo do Império Mariense de Hudson . Augusto Pessoa/PT






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