Filipe Çelikkaya é o novo treinador português do Chicago Fire
Filipe Çelikkaya é o novo treinador adjunto do Chicago Fire, equipa da Major League Soccer (MLS), o principal campeonato de futebol dos EUA.
Nasceu em Lisboa, em 1985 (40 anos), mas divide-se entre as nacionalidades portuguesa – da mãe – e turca – do pai. Daí o apelido, Filipe Engin Neves Çelikkaya.
Após quatro anos a trabalhar com as promessas do Sporting, o técnico português atravessou o Atlântico para um novo desafio, e é o novo treinador adjunto dos Chicago Fire.
Depois de passagens por clubes como Sporting, Benfica, Vitória SC ou Shakhtar Donetsk, Filipe Çelikkaya mostra-se muito entusiasmado por trabalhar num país que organizará o campeonato mundial de seleções no próximo ano.
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Proença defende clubes que “se autorregulam”, mas avisa para “linhas vermelhas”
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, declarou que as sociedades desportivas, entre as quais se incluem os três ‘grandes’, “se autorregulam”, mas avisou que definirá as “linhas vermelhas” nessa intervenção.
“Enquanto presidente da FPF, se algo respeitarei neste espaço é que os 29 sócios ordinários se autorregulem e ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol cabe-lhe o caminho de definir o que são as linhas vermelhas. Esta autorregulação que tanto exigi na Liga é algo que espero que hoje criem dentro das próprias entidades, um processo de convergência e discussão”, desejou o responsável pelo órgão que rege o futebol português, no painel de encerramento do Portugal Football Summit, que terminou hoje em Oeiras.
Pedro Proença considerou importante respeitar a liberdade e “independência” de cada clube e dos respetivos comportamentos, mas avisou estar preparado para intervir e definir essas “linhas vermelhas”.
“Não é nada que não seja conhecido pelas pessoas – tenho uma excelente relação com todos os presidentes do futebol português, mas respeito a independência de cada um. As linhas vermelhas serão definidas por mim e quando considerar que tenho de intervir, aí o farei, mas dentro do silêncio, da tranquilidade. Até lá, esperamos que as próprias organizações encontrem os seus caminhos”, acrescentou.
O presidente da FPF declarou-se também confiante sobre a concretização de um acordo relativo à centralização dos direitos televisivos no futebol português, para o qual contribuiu quando, à data, ainda presidia à Liga. “Acredito nesse processo. O presidente da Liga herdou um diploma legal de 2021, que tinha dois ‘deadlines’ de 2026 e 2028. O nosso trabalho foi de criar todas as condições para que esse diploma fosse cumprido, sete anos é tempo imenso para a discussão. Esse processo foi entregue e acreditamos muito nele”, transmitiu.
Por fim, Proença expressou a sua determinação em tudo fazer para que Portugal se consagre campeão do mundo no próximo verão, não tendo escondido essa ambição. “É para ser campeão do mundo. Quem tem esta estrutura altamente profissional, a estrutura desportiva que acompanha a Seleção A, o melhor jogador do mundo, tem de ambicionar ser campeão do mundo e não temos de ter receio de o afirmar. Falo com este orgulho português, quando vi em 2004 o que nós fizemos e em 2026 queremos ser campeões do mundo”, rematou.






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