Escrever: um gesto de sobrevivência

  Há dias — e sinto que já são demasiados — em que eu não escrevo por vontade. Escrevo por necessidade. Não começo com uma ideia luminosa (nunca as tenho) nem com um projeto estético. Começo com um aperto. Um peso no peito que não se dissolve. Uma espécie de...

O que ainda respira entre nós

  Notas sobre poder, fragilidade e imaginação democrática “Há momentos em que permanecer humano é o ato político mais radical.”   Alguns anos atravessam a história sem deixar vestígios; outros instalam-se como falhas estruturais, percebíveis apenas quando já...