Lisboa, 01 jul 2026 (Lusa) – A referência a Gulbenkian é encontrada em 73 artérias nacionais, segundo a Base Nacional de Endereços CTT, um reconhecimento imortalizado na toponímia pelo impacto da sua fundação para promoção da arte, ciência e educação, criada há 70 anos.
Segundo a base de dados dos CTT – Correios de Portugal, “Rua Calouste Gulbenkian” é o nome de artéria mais comum, com 33 ocorrências pelo país, mas existem igualmente avenidas, largos, travessas ou pracetas que evocam Calouste Gulbenkian ou a sua fundação.
Na capital, onde se localiza a sede da instituição, a Avenida Calouste Gulbenkian, artéria rodoviária que liga a Praça de Espanha à Avenida de Ceuta, atravessando as freguesias de Campolide e Benfica, foi inaugurada formalmente em outubro de 1966.
O mecenas dá o nome a vias estruturantes de outras cidades, como por exemplo Matosinhos (distrito do Porto), onde existe uma Avenida Calouste Gulbenkian, na Senhora da Hora, ou a Rua Calouste Gulbenkian em Olhão (distrito de Faro) que liga zonas habitacionais ao Parque Natural da Ria Formosa.
Segundo a base de dados dos CTT, o concelho de Vila Franca de Xira (Lisboa) lidera em número de artérias, com cinco ruas Calouste Gulbenkian.
Calouste Sarkis Gulbenkian (1869–1955) foi um filantropo de origem arménia, que chegou a Portugal em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, e fez a sua fortuna através da exploração e desenvolvimento da indústria petrolífera no Médio Oriente.
Juntou ao longo da vida uma valiosa coleção de arte e determinou, em testamento, a criação da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
A instituição foi criada em 1956, ano seguinte à sua morte, e “tem como propósito fundamental melhorar a qualidade de vida das pessoas através da arte, da beneficência, da ciência e da educação”, segundo o seu ‘site’.





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