Gil Vicente eficaz quebra jejum de vitórias ao bater Nacional

by | Jan 17, 2026 | Desporto

 

Barcelos, Braga, 17 jan 2026 (Lusa) – O Gil Vicente venceu hoje o Nacional, por 2-1, em jogo da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, num resultado que permite aos ‘galos’, no arranque da segunda volta, quebrar uma série de sete jogos sem vencer.

Num jogo globalmente equilibrado, e onde a eficácia fez a diferença, os barcelenses adiantaram-se no marcador, por Murilo, aos 19 minutos, e apesar dos madeirenses empatarem, por Zé Vítor, logo aos 21, Santi García, aos 57, fez o golo que desequilibrou.

Com este resultado, o Gil Vicente, que não vencia desde 3 de novembro do ano passado, quebrou um ciclo de seis empates e uma derrota e segurou o surpreendente quarto lugar na I Liga, somando agora 31 pontos.

Já o Nacional, que está agora há quatro jornadas sem vencer [dois empates e duas derrotas], segue no 13.º lugar, com 17 pontos.

Os insulares até tiveram uma entrada atrevida, começando desde cedo a alvejar a baliza gilista, com remates de Labidi, Daniel Júnior e Liziero, controlados pelo guardião local.

Os minhotos só reagiram depois do quarto de hora, num bom cabeceamento de Gustavo Varela, que Kaike susteve, tendo o Nacional voltado a responder com uma desmarcação de Paulinho Bóia, a que Dani Figueira se impôs com grande defesa.

Apesar da toada de maior protagonismo dos madeirenses, foram os ‘galos’ a adiantarem-se no marcador, aos 19 minutos, quando Murilo, quando festeja o jogo 100 pela equipa, protagonizou um remate à entrada da área, desviando um canto cobrado por Luís Esteves.

No entanto, os festejos dos gilistas não duraram muito, pois, aos 21 minutos, o Nacional resgatou o empate, também num canto, num cabeceamento do central Zé Vítor, num lance que os nortenhos protestaram por um alegado desvio prévio com o braço de Léo Santos, que o VAR não considerou faltoso.

Os barcelenses não esmoreceram com a igualdade e estiveram perto de recuperar a vantagem, já depois da meia-hora, quando Buatu falhou por pouco um desvio e Konan atirou para defesa de Kaike, mantendo-se o empate (1-1) ao intervalo.

No regresso do descanso, o Nacional voltou a entrar com mais garra, mas foi o Gil Vicente a mostrar eficácia, recolocando-se em vantagem, aos 57 minutos, numa recarga certeira de Santi García, a um primeiro remate de Zé Carlos, devolvido pela barra.

Em posição desfavorável, e já depois de o VAR ter revertido uma expulsão a Paulinho Bóia, o Nacional teve de ‘arregaçar as mangas’ e mostrou inconformismo.

Já com o reforço Gabriel Veron, emprestado pelo FC Porto, em campo, os madeirenses pisaram terrenos mais adiantados e tiveram em Paulinho Bóia um constante agitador, mas sem sequência na finalização, perante um Gil Vicente que se foi fechando bem.

Já nos descontos, Jesús Ramírez esteve muito perto de recuperar o empate, num belo cabeceamento, para enorme defesa de Dani Figueira, que segurou uma muito festejada vitória dos barcelenses.

 

 

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