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by | Dec 31, 2025 | Desporto

Guarda-redes Diogo Costa renova com o FC Porto até 2030

O guarda-redes internacional português Diogo Costa renovou com o FC Porto, ficando vinculado ao líder da I Liga portuguesa de futebol até 2030, com cláusula de rescisão reduzida para 60 milhões de euros (ME), anunciou hoje o clube.

O capitão portista, de 26 anos, cumpria contrato até junho de 2027 e estendeu agora a sua ligação aos ‘dragões’ por mais três temporadas.

O guardião, que fez toda a sua carreira profissional nos ‘azuis e brancos’, viu assim o seu valor de cláusula de rescisão diminuir em 15 ME relativamente ao anterior contrato.

Diogo Costa chegou ao FC Porto em 2011/12 e estreou-se na equipa principal em 2019/20, tendo também jogado pela equipa B e nos juniores, nos quais ganhou a Youth League.

Desde 2021/22, tornou-se definitivamente o titular da baliza portista, conquistando depois o estatuto de indiscutível também na seleção ‘AA’ portuguesa, com 42 internacionalizações e a conquista da Liga das Nações, no passado mês de junho, bem como as participações no Mundial2022 e no Euro2024.

Pelo FC Porto, venceu dois campeonatos nacionais (2019/20 e 2021/22), três Taças de Portugal (2021/22, 2022/23 e 2023/24) e duas Supertaças Cândido de Oliveira (2022/23 e 2024/25), sendo o jogador com mais anos de serviço aos ‘azuis e brancos’ no atual plantel.

Na presente temporada, Diogo Costa soma 22 jogos em todas as competições e lidera a defesa menos batida da I Liga portuguesa, com apenas quatro golos sofridos.

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Carlos Cardoso, ex-jogador e treinador do Vitória de Setúbal, morre aos 80 anos

O antigo capitão e treinador do Vitória de Setúbal Carlos Cardoso morreu sábado, aos 80 anos, anunciou a Câmara Municipal de Setúbal.

“Faleceu Carlos Cardoso, o eterno treinador vitoriano! O antigo treinador e jogador do Vitória de Setúbal faleceu este sábado, a dois dias de assinalar os 81 anos”, pode ler-se na publicação da edilidade, sobre o antigo defesa que fez toda a sua carreira de jogador no emblema sadino nas épocas de 1964/65 e 1976/77.

O Vitória de Setúbal, atual líder da primeira divisão distrital da associação de Setúbal, reagiu à morte da antiga glória do clube nas suas redes sociais.

“Uma das figuras mais emblemáticas da história do Vitória: capitão, treinador e referência do clube, Carlos Cardoso dedicou mais de três décadas ao emblema, somando centenas de jogos e momentos marcantes. Como jogador, conquistou uma Taça de Portugal e foi peça fundamental nas grandes campanhas nacionais e europeias do Vitória”, reagiram os vitorianos.

No Estádio do Bonfim, Carlos Cardoso ocupou também em várias temporadas a liderança da equipa técnica, ficando conhecido por ser o ‘bombeiro’ de serviço, salvando o clube da descida de divisão por três vezes, em 1997/98, 2006/07 e 2008/09. Na única época completa à frente da equipa, em 1998/99, colocou os vitorianos em quinto lugar e levou-os às competições europeias 25 anos depois.

“Como treinador, assumiu várias vezes a liderança da equipa, sempre com profissionalismo e compromisso. O seu percurso faz dele um nome incontornável na memória do Bonfim”, vincou o clube setubalense pelo qual venceu também a Taça de Portugal em 2005, como adjunto de José Rachão.

Nascido em Setúbal, a 29 de dezembro de 1944, Carlos Cardoso foi internacional ‘A’ por duas vezes e a sua ligação ao Vitória durou mais de quatro décadas como jogador, treinador e adjunto.

Na sua carreira como treinador, passou 10 anos no V. Setúbal, além de orientar Barreirense, Nacional, União da Madeira, O Elvas, Lusitano de Évora, Benfica e Castelo Branco e Juventude de Évora.

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Varandas crê que penálti a favor do Sporting ante Santa Clara foi mal assinalado

O presidente do Sporting, Frederico Varandas, afirmou na passada semana que o penálti assinalado contra o Santa Clara, nos oitavos de final da Taça de Portugal de futebol, foi um erro da arbitragem, que considera hoje “independente”.

Em declarações aos jornalistas, o dirigente considerou que a falta sobre Hjulmand na origem ao penálti convertido por Suárez, que permitiu aos ‘leões’ fazerem o 2-2 aos 90+16 minutos e vencerem no prolongamento (3-2), não existiu.

“O penálti assinalado pelo João Pinheiro, na minha opinião, não é penálti. Há toque na cara, e o videoárbitro faz referência ao João Pinheiro a dizer que há penálti, logo. A seguir, estiveram, de uma forma inexplicável, durante 12 ou 13 minutos, a ver se havia fora de jogo. O presidente do Sporting considera que não há penálti e também é incompreensível como estão 12 minutos a querer encontrar um fora de jogo”, disse.

O presidente ‘leonino’ referiu que “as pessoas não estão habituadas ao erro natural a favor do Sporting” e defendeu que a arbitragem em Portugal é independente desde que José Fontelas Gomes, o antecessor de Luciano Gonçalves na presidência do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), assumiu o cargo em 2016.

“Desde Fontelas Gomes, o anterior presidente do Conselho de Arbitragem, e hoje, Luciano Gonçalves, que a arbitragem é livre. É independente. Não tem dono. Sou o presidente do Sporting e garanto que a arbitragem não tem dono. Tem erros. O que não admito é que me digam que a arbitragem está pior. Como é que antes era muito boa? Está pior em quê?”, prosseguiu.

Frederico Varandas lamentou o “nível de ruído absurdo” em torno da arbitragem em Portugal e considerou desadequado rotular de “insustentável” a situação atual, tendo defendido que “insustentáveis” foram “os 40 anos de reuniões entre Pinto da Costa [antigo presidente do FC Porto] e Luís Filipe Vieira para definirem os presidentes da Liga Portuguesa de Futebol Profissional ou da FPF.

“Durante décadas, a arbitragem não era independente. A arbitragem tinha um dono: FC Porto ou Benfica, com nomes, Pinto da Costa ou Luís Filipe Vieira. Tenho 46 anos, e crescemos assim. Um erro normal, seja dos jogadores, do treinador, do presidente ou do árbitro, durante décadas teve uma forma completamente desproporcionada”, frisou.

Acusando as estratégias de comunicação do FC Porto e do Benfica de “histeria, terrorismo e ruído”, Frederico Varandas referiu que o Sporting “não se desculpa com arbitragens” e defendeu que a Liga de clubes deve instituir multas pecuniárias muito mais pesadas para os dirigentes que falem sobre arbitragens.

“Só há uma maneira e já liguei ao presidente da Liga para o regulamento ser alterado. O presidente do Sporting fala sobre arbitragem? 100 mil euros [de multa]! Os presidentes do FC Porto. O Benfica faz um Twitter [atual X], 100 mil euros, ou 200 mil. É a única maneira”, reforçou.

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Académico de Viseu prolonga contrato com avançado Simão Silva até 2029

O Académico de Viseu anunciou a semana passada a renovação de contrato com Simão Silva até final da temporada 2028/29, tratando-se da segunda renovação de um jovem futebolista do plantel, depois de Gustavo Costa ter também prolongado o vínculo.

O avançado, de 20 anos, que chegou ao clube viseense em 2023, mantém-se como “uma das apostas da formação academista”, informou, em comunicado, a SAD do emblema beirão, atual terceiro classificado da II Liga de futebol.

Formado no FC Porto, clube que representou entre 2012 e 2016, Simão Silva passou depois pelos escalões de formação do Salgueiros e do Boavista, antes de se juntar ao Académico de Viseu no início da época 2023/24, integrando a equipa de sub-19.

Após uma temporada em que também foi chamado ao plantel sub-23, o avançado estreou-se pela equipa profissional na Taça de Portugal, na época passada, frente ao Lusitano de Évora.

Pela formação principal do Académico de Viseu, Simão Silva soma já 30 jogos oficiais, com um golo e duas assistências.

 

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