“Ilhas Perdidas” dá título ao livro do médico Dinis Carmo, natural de Coimbra e que serve de testemunho na primeira pessoa sobre a vida nos Açores após a Revolução de Abril.
O livro aborda ainda a presença americana na ilha Terceira, incluindo o contacto com o hospital americano da Base das Lajes e as diferenças ao nível de vida entre a comunidade americana e a população local, procurando recuperar um período pouco conhecido da história recente dos Açores ligado à diáspora açoriana.
No final da década de 70, um jovem casal de médicos recém-formados decide partir de Coimbra rumo aos Açores, onde nada conhece, nem pessoas, nem lugares.
Nas ilhas, a profissão mistura-se com a descoberta, o desafio e a História.
Baseada em factos reais e sustentada por documentação da época, Ilhas Perdidas é uma memória literária de valor histórico e humano, essencial para compreender a prática médica insular, as dinâmicas sociais e políticas, e as relações internacionais dos Açores num dos períodos mais marcantes da sua história contemporânea.
Dinis Carmo nasceu em Coimbra, em 1952, e foi criado no Porto, onde frequentou a escola primária e o liceu. Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, em 1976, especializou-se em Ortopedia após completar o internato no Hospital Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul. Desde 1988 é especialista pela Ordem dos Médicos Portugueses, tendo exercido em várias cidades, incluindo Faro, Póvoa do Varzim, Guimarães e Porto.
Iniciou a sua atividade de escrita científica em 2019, com a publicação de dois artigos em revistas internacionais, além de diversas publicações relacionadas com a patente de um conjunto de instrumentos cirúrgicos inovadores, registada em 26 países.
Ilhas Perdidas é a sua primeira obra narrativa, inspirada em factos verídicos, que retrata a experiência de um jovem casal de médicos portugueses nos Açores, entre 1977 e 1980.
Dinis Carmo vive atualmente na Póvoa do Varzim e trabalha no Porto, onde dirige a Clínica Ortopédica Dr. Dinis Carmo, Lda.




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