Entre aqueles que nós temos
A concorrer ao lugar,
Somos nós é que escolhemos
Quem é que nos vai mandar!…
Pode que, para ser franco,
Quando num jogo qualquer
O número sai-nos em branco,
Não há mais que escolhaer
Mas, quem vota, nunca esqueça
Ter cuidado, porque até
Não é o que ele parece
Mas aquilo que ele é!…
No votar, podem bem crer
Quando errar, de todos modos,
Não é só ele a sofrer,
Prejudica tudo e todos!…
A pessoa no votar
Escolhe modo geral
Quem é que lhe vai mandar,
Quem sabe, se Bem ou Mal!…
Quem errar, no escolher,
Depois lhe vem o lamento,
Arrependido a sofrer.
Nem só ele, muita gente!…
Ao votar haja atenção
Na escolha aos preferidos,
Que lutem pela Nação
E não pelos seus Partidos!…
Hoje muita Nação se queixa
De faltas sobre a razão,
Porque o Partido não deixa
Votando contra a Nação!…
Que o voto veja o futuro,
Na escolha dos legais.
Fora do negócio escuro
Propinas e coisas mais!…
Porque são eles que dão
Rombos para a sua vida,
Desfalcando a Nação
Por vezes a põe despida!…
Alguns sabem encobrir,
Algum desfalco errado
Com continhas de sumir,
Dinheiro lavado, escovado!…
Os que bem nós escolhemos,
É sossego para a Nação,
Nem pensamos que os temos,
Não hà qualquer confusão!…
Por isso eu tomo o cuidado
De vos lembrar novamente,
Seja o que digo pensado
Para o futuro novamente!…
E agora, ao terminar,
Volto a lembrar, meu amigo,
Pensam bem e melhorar
Tudo quanto p’ raqui digo!…





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